Porto Seguro · Bahia · desde 1965
No tacho de cobre.
A cocada que a mãe da Maria fazia em 1965, em Porto Seguro. O mesmo coco. O mesmo tacho. A mesma mão.
Nossos sabores
Três. Só três.
A receita pede paciência, não variedade. Cada sabor sai do mesmo tacho — um por vez, na ordem certa, no ponto certo.
Maracujá
Polpa fresca, semente inteira, acidez que corta o doce. Amarela escura como a fruta madura no quintal de fim de tarde.
Sob consulta
Coco Queimado
O coco vai além do ponto. Escurece no cobre, ganha caramelo, perde a inocência. É o sabor que a mãe da Maria fazia primeiro.
Sob consulta
Leite Condensado
Coco fresco e leite condensado cozidos lentos, até o ponto de gruda na colher. Macio por dentro, com coco aparente por fora.
Sob consultaDesde 1965
A receita não é dela.
A mãe da Maria vendia cocada em feira por trinta anos. Maria aprendeu aos sete, em pé numa banqueta de madeira, mexendo o tacho com as duas mãos. Hoje faz na cozinha da casa dela, em Porto Seguro. A receita não mudou. O tacho também não.
Ler a história completaOs três, num só pedido.
Uma de cada sabor, mais duas extras à escolha da Maria conforme o dia. Cinco cocadas no total, embaladas separadas. A forma mais honesta de conhecer os três antes de escolher o seu.
Três coisas
O que sustenta o sabor.
Não é segredo. Não é marketing. São três decisões antigas que a maioria das cocadas desta cidade já abandonou.
Sessenta anos de receita.
A mesma receita desde 1965, atravessando três gerações de uma família baiana.
Mão, olho, tacho.
Coco aberto na hora, tacho de cobre, ponto medido pela mão — não por timer.
Nunca de prateleira.
Feita sob encomenda, no dia da entrega. Nunca passa da semana.
Cinco cocadas. Um tacho. Um dia.
A Maria confirma quantidade, entrega e valor pelo WhatsApp. Quando fecha o pedido, prepara fresca, sem pressa, sem atalho.
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